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terça-feira, 15 de novembro de 2011

Alberto Porfírio

Nasceu em Quixadá, 23 de dezembro de 1926 e faleceu em Fortaleza, 23 de setembro de 2009. Foi um escultor, xilogravurista, poeta popular e repentista brasileiro. Figura amada e respeitada no meio da cantoria e do cordel, foi considerado um dos expoentes da poesia popular cearense.
Porfírio desenvolveu sua leitura por meio de cordéis de Leandro Gomes de Barros, João Martins de Ataíde, Luís da Costa Pinheiro e outros. Com a seca de 1942, em plena II Grande Guerra, partiu, com a viola e cantoria, para ganhar a vida. Porém, alistou-se como "soldado da borracha", desistindo pouco antes da partida. O navio que levou os demais companheiros foi torpedeado e todos foram mortos. Retornou aos estudos com mais idade, estudando na sala ginasial ao lado da de seu filho mais velho. Mais tarde, tornaria-se professor pela Universidade Federal do Ceará. O poeta popular recebeu das mãos da Condessa Pereira Carneiro, do Jornal do Brasil, menção honrosa especial pelos seus trabalhos como cantor-repentista.
Já com saúde debilitada em função de um Acidente Vascular Cerebral (AVC), Alberto Porfírio faleceu em 23 de setembro de 2009 devido complicações pulmonares de uma silicose causadas pelo constante contato com cimento, material utilizado em suas esculturas. Foi sepultado no cemitério da Parangaba, em Fortaleza. Deixou sete filhos, vinte netos e dez bisnetos.
OBRA
Foi autor de inúmeros cordéis além de publicar obras como Poetas Populares e Cantadores do Ceará (1977), Os Cem Sonetos, O Livro da Cantoria (1997), além de outras como Porque não aprendi a ler, No tempo da lamparina, Eu gostei mais foi do cão, Cantiga da Dorinha e A estátua de Jorge. Escreveu um livro de sonetos e outro sobre as noites de viola na Casa de Juvenal Galeno.
Viajou pelo Brasil divulgando a arte do repente e da poesia popular. Participou de pelejas, congressos e da fundação da Casa do Poeta Brasileiro em Brasília. Ministrou cursos de cantoria pelo rádio e criou esculturas em diversas partes do Brasil, dentre as quais a do Cego Aderaldo e de Domingos Fonseca. Depois do AVC e já com saúde debilitada, decidiu escrever sua Autobiografia, nela o cordelista narrou sua vida e sua obra em prosa e versos com lembranças de 1926 até 2006. Impedido de escrever com os próprios punhos, coube a sua filha transcrever para o papel o que era dito por ele.
Possui esculturas de sua autoria espalhadas por vários estados do Brasil.

domingo, 13 de novembro de 2011

Antônio Bandeira

Antônio Bandeira nasceu em Fortaleza, no Ceará, em 26 de maio de 1922. Autodidata, em 1941, aos 19 anos de idade, participou da criação de um Centro Cultural em Fortaleza, juntamente com Clidenor Capibaribe, o Barrica (1913) e Mário Barata (1915-1983). Um e outro, mais velhos e experientes que ele, muito orientaram Bandeira em sua iniciação no movimento artístico daquele Estado. Em 1944 funda a Sociedade Cearense de Belas Artes, com Inimá de Paula, Aldemir Martins, João Maria Siqueira e Francisco Barbosa Leite.
Em 1945, Antônio Bandeira participou da exposição do Instituto dos Arquitetos Rio de Janeiro, na qual foi contemplado com uma bolsa de estudos na França. Entre 1946 e 1950, em Paris, freqüenta a Escola Superior de Belas Artes e a Académie de La Grande Chaumière. Independente, pouco afeito à disciplina, com idéias próprias que tencionava desenvolver, em breve Bandeira romperia com o ensino tradicional, juntando-se a Wols e Bryen e dando origem ao grupo Banbryols, iniciais dos nomes dos três pintores. O grupo duraria de 1949 a 1951, quando Wols morre.

De volta ao Brasil, em 1951, instala-se no ateliê do amigo escultor José Pedrosa, onde também trabalhava Milton Dacosta. Volta a Paris em 1965, onde permanece até sua morte.

O crítico Frederico Morais escreveu a seu respeito: " (...) Acho definitiva, para a compreensão de sua obra, esta afirmação:´Nunca pinto quadros.Tento fazer pintura´. Quer dizer, o quadro não parece significar para ele uma realidade autônoma, uma estrutura que possui suas próprias leis, algo que se constrói com elementos específicos. A pintura é um estado de alma que ele extroverte aqui e ali, sem outro objetivo que o de comunicar um sentimento, uma emoção, uma lembrança. Enfim, é ´uma transposição de seres, coisas, momentos, gostos, olfatos que vou vivendo no presente, passado, no futuro´.

CRONOLOGIA


1922 - Nasce em Fortaleza, no Ceará, em 26 de maio.
1942 - Salão de Abril - medalha de ouro, Fortaleza.
1943 - São Paulo SP - Salão Paulista de Belas Artes - medalha de bronze.
1945 - Coletiva com Aldemir Martins e Inimá de Paula, na Galeria Askanasy, Rio de Janeiro.
- Individual, na Seção Carioca do IAB/RJ - recebe bolsa de estudo do governo francês, Rio de Janeiro.
1947 - Salão de Outono Paris, França.
1948 - Paris (França) - Salão de Arte Livre
1949 - Paris (França) - Grupo Banbryols, na Galerie des Deux-Iles
1950 - Individual, na Galerie du Siècle, Paris, França.
1951 - Individual, no MAM/SP.
- Individual, na ABI, Rio de Janeiro.
- Divisão Moderna do Salão Nacional de Belas Artes - medalha de bronze, São Paulo.
1951 - São Paulo SP - 1ª Bienal Internacional de São Paulo, no MAM/SP
1952 - Rio de Janeiro RJ - Exposição de Artistas Brasileiros, no MAM/RJ
1952 - Rio de Janeiro RJ - I Salão Nacional de Arte Moderno
1953 - Individual, no MAM/SP.
1953 - São Paulo SP - 2ª Bienal Internacional de São Paulo, no MAM/SP - Prêmio Fiat
1953 - França - Salão de Maio




1953 - Rio de Janeiro RJ - 1º Salão de Arte Moderna - isenção de júri




1953,1955/1958 - Paris (França) - Salão das Realidades Novas




1953 - Petrópolis RJ - Exposição Nacional de Arte Abstrata




1954 - Individual, na ABI, Rio de Janeiro.




- Individual, no MAM/SP.




1954 - Veneza (Itália) - 27ª Bienal de Veneza




1954 - Rio de Janeiro RJ - Salão Preto e Branco (3º Salão Nacional de Arte Moderna)




- 1954 - São Paulo SP - 3º Salão Paulista de Arte Moderna, na Galeria Prestes Maia




1955 - São Paulo SP - 3ª Bienal Internacional de São Paulo, no MAM/SP




1955 - França - A Arte na França e no Mundo, no Museu de Arte Moderna de Paris




1955 - São Paulo SP - Individual, no MAM/SP.




- Individual, na Galeria Obelisk – Londres, Inglaterra.




1956 - Individual, na Galeria Edouard Loeb, Paris, França.




1957 - Individual, na Galeria Seventy Five, Nova York, Estados Unidos.




- 50 anos de Pintura Abstrata, na Galeria Greuze, Paris (França).




1959 - 5ª Bienal Internacional de São Paulo, no MAM/SP




- Arte Moderna Brasileira na Europa, Munique (Alemanha).




1960 - Individual de inauguração do MAM/BA.




- Coleção Leirner, na Galeria de Arte das Folhas, São Paulo.




- 30ª Bienal de Veneza




1961 - Individual de inauguração do Museu de Arte da UFCE .




- Individual, nas Galerias São Luís e Gead, São Paulo e Rio de Janeiro.




- O Rosto e a Obra, na Galeria Ibeu Copacabana, Rio de Janeiro.




- 6ª Bienal Internacional de São Paulo, no MAM/SP




- Internationale Malerei, Aschaizenburg (Alemanha).




1962 - Individual, na Galeria Bonino, Rio de Janeiro.




- Individual, na Galeria Querino, Salvador.




- Individual, no Museu de Arte da UFCE, Fortaleza.




1963 - Exposição Civilização do Nordeste, inaugurando o Museu de Arte Popular da Bahia.




1964 - Individual, na Galeria Atrium, São Paulo.




- 32ª Bienal de Veneza




- Exposição ONU na Arte, na Galeria Ibeu, Rio de Janeiro.




- O Nu na Arte Contemporânea, na Galeria Ibeu Copacabana1964 - Rio de Janeiro.




1965 - Itinerante Arte Brasileira Atual, Europa.




- Artistas do Brasil, Nova Orleans (Estados Unidos).




- L´Oeil de Boeuf, Madri (Espanha).




- Artistas Latino-Americanos, no Museu de Arte Moderna da Cidade de Paris.




1966 - Exposição Artistas Brasileiros de Paris, na Galeria Debret, Paris (França).




- Exposição de Arte Brasileira, no Palais de Beaux-Arts, Bruxelas (Bélgica).




- Auto-Retratos, na Galeria Ibeu Copacabana, Rio de Janeiro.




1967 – Morre em Paris, França, em 6 de outubro.
1968 - Sala Antônio Bandeira no Museu de Arte da UFCE, Fortaleza.
- Homenagem no Salão de Comparações de Paris
1969 - Bandeira a Paris, na Galeria Debret.
- Retrospectiva, no MAM/RJ

1970 - Pinacoteca do Estado de São Paulo.

1972 - A Semana de 22: antecedentes e consequências, no MASP.




1976 - O Desenho Jovem dos anos 40, na Pesp.




1978 - As Bienais e a Abstração: a década de 50, no Museu Lasar Segall, São Paulo.




1982 - Universo do Futebol, no MAM/RJ.




- A Arte Brasileira da Coleção Odorico Tavares, no Museu Carlos Costa Pinto, Salvador.




1984 - Coleção Gilberto Chateaubriand: retrato e auto-retrato da arte brasileira, no MAM/SP.




- 1ª Exposição Nacional de Arte Abstrata-Hotel Quitandinha, na Galeria de Arte Banerj, Rio de Janeiro.




- Tradição e Ruptura: síntese de arte e cultura brasileira, no MAM/SP.




- Individual, na Galeria Bonino, Rio de Janeiro.




1985 - Seis Décadas de Arte Moderna: Coleção Roberto Marinho, no Paço Imperial, Rio de Janeiro.




- Mostra, na Galeria Broomhead, Paris (França).




- 18ª Bienal Internacional de São Paulo, na Fundação Bienal.




- 8º Salão Nacional de Artes Plásticas, no MAM/RJ.




1987 - Ao Colecionador: homenagem a Gilberto Chateaubriand , no MAM/RJ.




- Modernidade: arte brasileira do século XX, no Musée dArt Moderne de la Ville de Paris.




1988 - Modernidade: arte brasileira do século XX, no MAM/SP.




1989 - Seis Décadas de Arte Moderna Brasileira: Coleção Roberto Marinho, na Fundação Calouste Gulbenkian - Centro de Arte Moderna, Lisboa (Portugal).




- 20ª Bienal Internacional de São Paulo - Sala Especial Pintura Abstrata - Efeito Bienal, 1954-1963, na Fundação Bienal




- Arte Brasileira dos Séculos XIX e XX nas Coleções Cearenses: pinturas e desenhos, no Espaço Cultural da Unifor, Fortaleza.




1990 - Individual, na Bolsa de Arte do Rio de Janeiro




1991 - Scap: 50, no Salão Juazeiro do Imperial Othon Palace Hotel, Fortaleza.




1992 - O Olhar de Sérgio sobre a Arte Brasileira: desenhos e pinturas, na Biblioteca Municipal Mário de Andrade, São Paulo.




- Brasilien: entdeckung und selbstentdeckung, no Kunsthaus, Zurique (Suíça).




1993 - Obras para Ilustração do Suplemento Literário: 1956 - 1967, no MAM/SP.




- O Desenho Moderno no Brasil: Coleção Gilberto Chateaubriand MAM/RJ, na Galeria de Arte do Sesi- São Paulo.




- Arte Moderna Brasileira: uma seleção da Coleção Roberto Marinho, no MASP.




- Bienal Brasil Século XX, na Fundação Bienal, São Paulo.




1996 - Arte Brasileira: 50 anos de história no acervo MAC/USP: 1920-1970, no MAC/USP, São Paulo.




1997 - Exposição do Acervo da Caixa, no Conjunto Cultural da Caixa, Porto Alegre.




- Exposição do Acervo da Caixa, no Conjunto Cultural da Caixa, São Paulo.




1998 - Exposição do Acervo da Caixa, no Conjunto Cultural da Caixa, Curitiba.




- Exposição do Acervo da Caixa, no Conjunto Cultural da Caixa, Rio de Janeiro.




- Antonio Bandeira, no Centro Dragão do Mar de Arte e Cultura, Fortaleza.




- Coleção MAM Bahia: pinturas, no MAM/SP.




- São Paulo SP - O Moderno e o Contemporâneo na Arte Brasileira: Coleção Gilberto Chateaubriand, no MASP.




2000 - Brasil + 500 Mostra do Redescobrimento: Arte Moderna, na Fundação Bienal, São Paulo.




- Exposição Brasil Europa: encontros no século XX, no Conjunto Cultural da Caixa, Brasília.




- Século 20: arte do Brasil, na Fundação Caloute Gulbenkian, Centro de Arte Moderna José de Azeredo Perdigão, Lisboa (Portugal).




- Quando o Brasil era Moderno: artes plásticas no Rio de Janeiro de 1905 a 1960, no Paço Imperial, Rio de Janeiro.





*FOTO: NOVIS, Vera. Antonio Bandeira Um Raro (Pág. 58). Salamandra; Rio de Janeiro, 1996.

Aldemir Martins

O artista plástico Aldemir Martins nasceu em Aurora, no distrito de Ingazeiras, no Vale do Cariri, Ceará em 8 de novembro de 1922. A sua vasta obra, importantíssima para o panorama das artes plásticas no Brasil, pela qualidade técnica e por interpretar o “ser” brasileiro, carrega a marca da paisagem e do homem do nordeste.

O talento do artista se mostrou desde os tempos de colégio, em que foi escolhido como orientador artístico da classe. Aldemir Martins serviu ao exército de 1941 a 1945, sempre desenvolvendo sua obra nas horas livres. Chegou até mesmo à curiosa patente de Cabo Pintor. Nesse tempo, freqüentou e estimulou o meio artístico no Ceará, chegando a participar da criação do Grupo ARTYS e da SCAP – Sociedade Cearense de Artistas Plásticos, junto com outros pintores, como Mário Barata, Antonio Bandeira e João Siqueira.

Em 1945, mudou-se para o Rio de Janeiro e, em 1946, para São Paulo. De espírito inquieto, o gosto pela experiência de viajar e conhecer outras paragens é marca do pintor, apaixonado que é pelo interior do Brasil. Em 1960/61, Aldemir Martins morou em Roma, para logo retornar ao Brasil definitivamente.

O artista participou de diversas exposições, no país e no exterior, revelando produção artística intensa e fecunda. Sua técnica passeia por várias formas de expressão, compreendendo a pintura, gravura, desenho, cerâmica e escultura em diferentes suportes. Aldemir Martins não recusa a inovação e não limita sua obra, surpreendendo pela constante experimentação: o artista trabalhou com os mais diferentes tipos de superfície, de pequenas madeiras para caixas de charuto, papéis de carta, cartões, telas de linho, de juta e tecidos variados - algumas vezes sem preparação da base de tela - até fôrmas de pizza, sem contudo perder o forte registro que faz reconhecer a sua obra ao primeiro contato do olhar.

Seus traços fortes e tons vibrantes imprimem vitalidade e força tais à sua produção que a fazem inconfundível e, mais do que isso, significativa para um povo que se percebe em suas pinturas e desenhos, sempre de forma a reelaborar suas representações. Aldemir Martins pode ser definido como um artista brasileiro por excelência. A natureza e a gente do Brasil são seus temas mais presentes, pintados e compreendidos através da intuição e da memória afetiva. Nos desenhos de cangaceiros, nos seus peixes, galos, cavalos, nas paisagens, frutas e até na sua série de gatos, transparece uma brasilidade sem culpa que extrapola o eixo temático e alcança as cores, as luzes, os traços e telas de uma cultura.

Por isso mesmo, Aldemir é sem dúvida um dos artistas mais conhecidos e mais próximos do seu povo, transitando entre o meio artístico e o leigo e quebrando barreiras que não podem mesmo limitar um artista que é a própria expressão de uma coletividade.


Falece em 05 de Fevereiro de 2006, aos 83 anos, no Hospital São Luís em São Paulo.



UMA BREVE CRONOLOGIA

1922 – Nasce em Ingazeiras, sertão do Cariri, Ceará , em 08 de novembro.

1942 – Funda o Grupo Artys e SCAP (Sociedade Cearense de Artistas Plásticos) com Mário Barata, Barbosa Leite, Antonio Bandeira.

1943 – Salão de Abril – III Salão de Pintura do Ceará.

1945 – Muda-se para o Rio de Janeiro. Exposição coletiva na Galeria Askanasi – RJ

1946 – Muda-se para São Paulo.

1947 – Exposição Coletiva 19 pintores – 3o. prêmio

1948 – Exposição na Galeria Domus, São Paulo, com Mário Gruber e Enrico Camerini.

1951 – Prêmio de desenho na Bienal de São Paulo, com “O Cangaceiro”.

1953 – Pintores Brasileiros, Tóquio, Japão.

1954 – Gravuras Brasileira, Genebra, Suíça.

1955 – Bienal Internacional de Desenho e Gravura de Lugano, Suíça.- V Salão Baiano de Artes Plásticas, Salvador, Bahia.

1956 – Medalha de Ouro no V Salão Nacional de Arte Moderna no Rio de Janeiro - XXVIII Bienal de Veneza, Itália – Prêmio “Presidente Dei Consigli dei Ministeri”, atribuído ao melhor desenhista internacional.

1957 – Exposição de gravuras no “Circolo dei Principi”, Roma, Itália, com Lívio Abramo.

- VI Salão de Arte Moderna, Rio de Janeiro.

1958 – Festival Internacional de Arte, Festival Galleries, Nova Iorque, Estados Unidos.

- VIII Salão Nacional de Arte Moderna, Rio de Janeiro.

1959 – Prêmio de viagem ao Exterior do VIII Salão de Arte Moderna do Rio de Janeiro.

- Exposição individual no Museu de Arte Moderna da Bahia.

1960 – Exposição coletiva Artistas Brasileiros e Americanos, Museu de Arte de São Paulo.

1961 – Exposição de desenhos e litografias na Sociedade Nacional de Belas Artes, em Lisboa, Portugal.

1962 – Exposição individual na Sala Nebili, Madri, Espanha.

- Exposição coletiva “Brasilianische Kunstler der Gegenwart”, Kassel, Alemanha.

1965 – Exposição individual no Instituto de Arte Contemporânea, Lima, Peru.

1968 – Primeiro prêmio por grafia na Bienal Internacional de Veneza de 1946 a 1966.

1970 – Panorama da Arte Atual Brasileira – Pintura 70, Museu de Arte Moderna de São Paulo.

1975 - XIII Bienal de São Paulo – Sala Brasileira.

1978 - Retrospectiva 19 pintores, no Museu de Arte Moderna de São Paulo.

1980 – Exposição circulante, coletiva, no Museu de Arte Moderna de São Paulo.

- Coletiva 48 artistas, na Pinacoteca do Estado, São Paulo.

1981 – Exposição de pinturas, desenhos e esculturas no Museu de Arte da Bahia.

1982 – Internacional Arte Expo, Estocolmo, Suécia.

1984 – Coletiva – A Cor e o Desenho no Brasil, Museu de Arte Moderna de São Paulo.

- Individual de pintura, desenho e gravura – Arte Amazônica, Nova Iorque, Estados Unidos.

- Tradição e Ruptura – Fundação Bienal de São Paulo.

1985 – Lançamento do livro “Aldemir Martins, Linha, Cor e Forma”.

1988 – Comemoração de 30 anos da SCAP – Sociedade Cearense de Artistas Plásticos - Fortaleza, Ceará.

- Os Muros de Maison Vogue, MASP – Museu de Arte de São Paulo

1989 – O Nordeste de Aldemir Martins, Espace Latin-American, Paris, França.